Amanda

Amanda, meu amor (para perto de mim)

Ainda bem que decidiste aparecer, era mesmo sobre ti que queria escrever. Liberto estes rastos de palavras bem juntos para que não tenhas a mínima hipótese de te esconder entre eles. Sempre foste uma rapariga esquiva com um olhar enternecedor. Do que esperas para te ofereceres ao mundo? Gosto de acreditar que foste feita para aparecer e ser, por isso não te contentes em somente parecer. Para seres mais do que já és, precisas de espreitar o chão. Não te pré-ocupes com a queda, o mais importante é aquilo em que vais acreditar enquanto estiveres desfalecida no solo. Aproveita para te redescobrires e, de seguida, ergueres-te na tua fragilidade e seguires-te. Por favor, persegue a tua intuição Amanda. No momento em que as dúvidas tentarem ofuscar-te, não te esqueças que são nos caminhos estreitos que, por vezes, se escondem as amplas alamedas. Atira a tua alma para perto e mantém-te longe do que não é teu. E quando sentires, vai. A mando de quem? De ti, meu bem. No dia em que o sol decidir regressar Amanda, faz-me o favor de não rasgares a manta que sempre escondeu a tua alma das frias incertezas.

p.s – foi bom enquanto demorou

o teu beijo.

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