Oposto

O dia começa e tu ainda nem a meio do teu passado vais. Ao contrário de ti, o sol despertou e decidiu brilhar. Colocas o teu disfarce e preparas-te para o baile de máscaras. Os inúmeros anos de prática fizeram de ti um exímio bailarino, sem dúvida. “Muita merda” para ti. Não sei se por, uma vez mais, subires ao palco ou por aquilo que lá vais fazer. Talvez seja por ambos.

Ris para não parecer mal. Finges para te encaixares bem. Tanto disfarce, tanto contrassenso. O que queres afinal? Chegar ao final da tua história e não teres nem princípio nem meio, só fim? Não tem de ser assim. Não vivas assim-assim. Não faças da tua vida uma breve passagem quando pode ser uma intensa Mensagem. Reescreve-te.

Se estás mortinho para seres tu próprio, então suicida quem não és. Destrói o muro que construíste. Não te protege de nada, só te afasta de tudo. De tudo o que é teu, de tudo o que importa. Não te arrependas de nada. Desculpa-te de tudo. Há comboios que só passam uma vez, mas esses felizmente não são para ti. Se forem tuas, as oportunidades nunca te vão largar.

Quando não sentires, hesita. Evita aquilo que não é teu. Dita as tuas regras. Conquista as tuas visões. Medita sobre o assunto. Pode ser?

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